San Basile tem tarde com convidados em Master Class

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Na oportunidade, o fundador da San Basile, Renato Chiappetta, e o mixologista Caio Bologna apresentaram a linha exclusiva de bebidas da SB

O empresário Renato Chiappetta recebeu convidados nesta segunda-feira (10) na Marinara Pizzaria & restaurante, apresentando a marca San Basile com uma linha de 16 destilados elaborados com matérias primas naturais, sem corantes artificiais ou conservantes, toda feita com processo artesanal.

A destilaria conta com os mais variados produtos, que vão desde licor, gin, bitter e até o primeiro moonshine brasileiro, que é um whisky “branco” típico das destilarias do sul dos Estados Unidos, um produto raro de se encontrar no mercado.

A vontade de lançar uma linha de destilados variados veio de uma antiga paixão de Renato, que desde pequeno era fascinado com os licores que eram vendidos no empório da família, que é formada por tradicionais comerciantes do Mercado Municipal de São Paulo desde 1933.

“Há alguns anos, mergulhei na produção dessas bebidas. Viajei pela França e pela Itália, visitando velhas destilarias e mosteiros para conhecer as receitas autênticas e as técnicas utilizadas por religiosos e alquimistas para poder seguir fazendo aqui no Brasil os meus experimentos, até chegarmos às fórmulas ideais”, pontua o empresário.

Com 16 produtos apresentados em sua Master Class, Renato pode nos dizer como a produção dos destilados é feita na cidade de Tuiuti, a 110 km de São Paulo, onde a destilaria possui modernos equipamentos e uma boa infraestrutura para mudar os rumos do mercado de destilados no Brasil.

De acordo com Caio Bologna, embaixador da marca “Bartenders de cidades como São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte já puderam provar e a aceitação está sendo incrível pois as pessoas estão realmente entendendo nossa proposta. Temos um grande leque de sabores, aromas e cores a um preço muito acessível”, ressalta Caio.

Cada bebida traz também uma arte no rótulo muito bem elaboradas, em os gráficos lembram a Belle Époque e o movimento art nouveau, muito presente na Europa no período de 1890 a 1920. Conheça abaixo um pouco das características e dos possíveis usos de cada um dos 16 produtos.

Foto: Divulgação

Alkermes – É uma bebida que remete tradições sicilianas mais antigas. Um licor com sabor quente e marcante, apelidado de sangue italiano. Consumido pelas famílias em casa, é uma bebida cheia de histórias e rituais. Muito usado para finalizar doces, como a Zuppa Inglesa, o Alkermes é perfeito para dar o “toque final” não só em sobremesas, como também em drinques como o Silk Sheets e o Elderfashioned. Seu teor alcoólico é de 30%.

Artichoke – Licor de alcachofras, também conhecido pelo nome científico Cynara Scolymus, também é um ótimo aperitivo e digestivo. Esta bebida tem perfume marcante dessa flor, equilibrando com as notas doces e amargas. Pode ser apreciado puro com gelo ou combinado com destilados fortes ou frutas cítricas, em coquetéis como o Carciofi Shandy e o Bitter Giuseppe. Possui teor alcoólico de 20%.

Amaro Stomatico – Este amaro é indicado para ser consumido como aperitivo e também é versátil para ser combinado com xaropes, água com gás além de uma infinidade de drinques, como o Amaroni. Seu teor alcoólico é de 30%.

Fernet – Inicialmente vendido como um fortificante natural, esse licor se tornou um clássico. De sabor intenso e definido, perfeito para adicionar complexidade em coquetéis como o Hanky Panky. Seu teor alcoólico é de 39%.

Bitter – Com notas cítricas agudas, amargor marcante, este bitter é o resultado de anos de pesquisa e estudo para chegar no ponto de equilíbrio. Elaborado com um mix de ervas aromáticas, tem teor alcoólico de 30% e é ideal para o preparo de Negronis, Old Pals e Boulevardiers.

White Dog – A tradição de destilar sob a luz da lua para fugir da fiscalização durante a era da Lei Seca nos Estados Unidos fez nascer o Moonshine, essa bebida originária dos Apalaches, na Carolina do Norte e na Geórgia. Hoje esse whiskey branco está sendo redescoberto e valorizado por novos consumidores no mundo todo. Intenso e levemente adocicado, o White Dog é feito com cevada maltada e tem um teor alcoólico de 40%. Na coquetelaria, é a base do preparo do Peach Cobbler e do Sex in the Woods.

Foto: Divulgação

Gin Classic – Versão da bebida baseada no método artesanal dos London Dry Gins. Com aromas e paladares equilibrados e bem particulares, é feito com 22 botânicos trazidos dos 5 continentes, como o zimbro, o coentro, o louro e o cardamomo. Ideal para compor um bom Dry Martini ou Aviation. Seu teor alcoólico é de 40%.

Gin New Wave – Com um perfil aromático, ressaltado pelo frescor dos cítricos e dos herbais, é um gim indicado para o preparo de um coquetel refrescante, como Tom Collins ou Negroni. Com 40% de teor alcoólico e toques de tangerina, de erva mate e de cacau, entre outros botânicos.

Spiced Rhum – O Spiced Rhum tem como matéria prima o melado de cana, que é fermentado e destilado artesanalmente e, em seguida, armazenado em tonéis de carvalho francês, onde recebe um mix secreta de sementes, flores e raízes tropicais, como o cumaru. Com teor alcoólico de 40% e notas aromáticas que remetem a cacau, caramelo e baunilha, combina com o preparo de Mojitos, Painkillers e Cable Cars.

Abisinthe Blanc – O Absinto Branco é típico da Suíça, onde foi criado originalmente em 1792 pelo médico francês dr. Pierre Ordinaire. Seu visual transparente torna tudo ainda mais misterioso, principalmente quando sentimos seus aromas resultantes de uma mistura de ervas e sementes. É indicado no clássico Sazerac Cocktail. Seu teor alcoólico também é de 52%.

Abisinthe Verte – A bebida cercada de lendas, histórias e mistérios, o absinto tem suas origens ligadas à medicina e ao misticismo. O da San Basile segue a receita antiga de Montpelier, no Sul da França, e sua composição inclui ervas como o anis, o funcho, a melissa e, claro, o absinto. Na hora de servi-lo, siga o ritual: verta a “fada verde” num cubo de açúcar posicionado sobre um strainer no topo de um copo com gelo. Seu teor alcoólico é de 52%.

Foto: Divulgação

Licor de Lúpulo – Produzido com lúpulo da Mantiqueira cultivado em Tuiuti, é uma espécie de variedade 100% brasileira que tem um perfil frutado, temperado e herbal. Para realçar essas características, a bebida é preparada com lúpulo fresco, recém-colhido. Se for consumido puro, deve estar preferencialmente estar bem geladinho. Seu teor alcoólico é de 30%.

Abadia – Este licor é uma tintura herbal que sintetiza todo o conhecimento que a humanidade acumulou a respeito da botânica e da bioquímica. Com teor alcoólico de 35%, é uma bebida indicada para o preparo de drinques como o Biju Cocktail.

Bizantino – Este licor é inspirado no universo das alquimias e antigas receitas, e é feito com as mesmas técnicas de produção da época dos bizantinos e os mesmos botânicos – incluindo o açafrão. Com teor alcoólico de 35%, presta-se de maneira excelente para o preparo de coquetéis como o Brandy Daisy e o Witch Hunt.

Limoncello – É um licor fino de limão siciliano com teor alcoólico de 30%. Com alma amalfitana, é ideal para ser consumido gelado. A bebida é produzida de forma natural e artesanal.

Triple Sec – Licor moderno e versátil, é feito com laranjas frescas que são submetidas a um rigoroso processo de destilação. Seu teor alcoólico é de 40% e ele é perfeito para o preparo de drinques como a Margarita, o Cosmopolitan e o White Lady.

Assessoria EmVisão

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