Em um cenário onde a presença feminina ganha cada vez mais protagonismo, qual foi o momento decisivo da sua trajetória que consolidou sua força e identidade como mulher de sucesso? Acredito que não foi exatamente um único momento, mas um processo de amadurecimento. Conforme fui construindo minha trajetória, conciliando diferentes papéis da minha vida e me posicionando com autenticidade, fui entendendo a força que existe em ser fiel a quem somos. Esse entendimento foi essencial para consolidar minha identidade e confiança como mulher.
O Dia Internacional da Mulher também é sobre legado. Que marca você deseja deixar para as próximas gerações de mulheres que acompanham sua história e se inspiram na sua caminhada? Acho que o maior legado que podemos deixar é o exemplo. Como mãe de uma menina, isso tem um significado ainda mais profundo para mim. Quero que minha filha cresça vendo uma mulher segura, que acredita em si mesma e que entende o próprio valor. Espero inspirar outras mulheres a fazerem o mesmo: ocuparem seus espaços, confiarem na própria voz e saberem que podem ser exatamente o que quiserem.
Entre desafios, superações e conquistas, o que ainda precisa evoluir para que mulheres ocupem espaços de poder com naturalidade, respeito e igualdade plena? Acredito que ainda precisamos avançar muito na forma como o talento e a capacidade das mulheres são reconhecidos. É importante que cada vez mais mulheres tenham espaço para liderar, tomar decisões e serem valorizadas por suas competências. Quando isso acontece de forma natural, toda a sociedade evolui.
Somos a revista mais influente da Amazônia. Qual mensagem você deixa para as mulheres amazônicas? Minha mensagem é para que continuem acreditando na própria força e na riqueza de suas histórias. O Brasil é feito de muitas realidades e a Amazônia carrega uma cultura, uma beleza e uma potência únicas. Que cada mulher amazônica se orgulhe de sua origem, de sua voz e do espaço que pode conquistar no mundo.