Psiquiatra e professor titular da UERJ compara o cinema com transtornos mentais

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Dr. Elie Cheniaux, psiquiatra, escritor, professor titular da Faculdade de Ciências Médicas da UERJ e membro licenciado da Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro. Além de ter publicado mais de 90 artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais, Cheniaux escreveu 05 livros, sendo 03 deles dedicados à comparação entre os transtornos mentais e os filmes que abordam essas temáticas.

O livro “Cinema e loucura: conhecendo os transtornos mentais através dos filmes”, relata personagens de filmes clássicos e modernos que ajudam o leitor a compreender os mecanismos dos transtornos mentais. Ou seja, os personagens dos filmes são mostrados como exemplos clínicos dos transtornos mentais, criando uma obra de interesse não apenas aos estudantes de saúde mental, mas também aos leigos que se interessam pelo assunto. São discutidos, numa linguagem simples, 184 filmes.

Foto: Divulgação

Escrito em conjunto com Jesus Landeira-Fernandez, mestre em Psicologia Experimental pela USP e doutor em Neurociência Comportamental pela UCLA, o livro foi finalista do prêmio Jabuti 2011, na categoria de Ciências da Saúde. Até o mês de maio de 2019, foram vendidos mais de 12.700 exemplares.

Já em sua última obra, lançada neste ano com o título “Woody Allen: seus filmes são mesmo autobiográficos?”, o psiquiatra trouxe à tona o fato de que, constantemente, o ator, diretor e roteirista Woody Allen relata que seu cinema não é autobiográfico. No entanto, fãs e jornalistas ainda questionam se isso é verdade.

Neste livro, Cheniaux analisa 50 filmes que Allen escreveu ou dirigiu, além de abordar diversos livros e artigos sobre ele e entrevistas que concedeu. O livro levanta pontos de convergência entre sua arte e sua história pessoal, deixando a cargo do leitor suas interpretações.

No prefácio, o jornalista e crítico de cinema, Marcelo Janot, escreveu: “Tão apaixonado por Woody Allen quanto por seu suposto alter ego das telas, Elie Cheniaux se debruça de forma minuciosa sobre a vida e obra do ator, diretor e roteirista para investigar até que ponto vão as semelhanças e diferenças. A decupagem criteriosa de seus 50 longas-metragens resultou em um trabalho revelador por parte do autor”.

Se tiver interesse em abordar a curiosa comparação que Cheniaux faz entre os transtornos psiquiátricos e os personagens de filmes que interpretam doentes mentais, é só me chamar.

Informações à imprensa

Flávia Vargas Ghiurghi
[email protected]
[email protected] (11) 9-9716-2800
www.eliecheniaux.com

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