Diante do surto atípico de gripe H1N1 que estamos vivendo na nossa cidade é importante orientar os pais e responsáveis, quais os cuidados necessários que devemos ter com as crianças a fim de prevenir a contaminação e a disseminação deste vírus.  O H1N1 é responsável por quadros respiratórios tanto em crianças quanto em adultos e pode evoluir com complicações como por exemplo a pneumonia. O intuito deste artigo é orientar e explicar a importância das medidas preventivas.

Sem dúvida a melhor forma de prevenir a infecção pelos vírus influenza H1N1 é vacinando! A vacina fornecida pelo Ministério da Saúde (MS) é trivalente, ou seja, imuniza contra 3 tipos de vírus sendo um deles o H1N1. Diante disto surge uma dúvida muito frequente entre os pais: Quem já tomou vacina no ano passado deve tomar de novo esse ano? A resposta é SIM! O vírus da influenza sofre constantes mutações, por isso todo ano a Organização Mundial de Saúde realiza estudos com a finalidade de verificar quais serão as mudanças necessárias na vacina, de modo que ela possa imunizar com segurança e de forma eficaz a população. O MS fornece a vacina anualmente de forma gratuita para os grupos-alvos nos quais se encaixam as crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, além de crianças e adolescentes com imunodeficiências, doenças pulmonares, cardíacas e outras condições clínicas especiais. Caso seu filho não faça parte deste público, a imunização contra H1N1 pode ser realizada em clínicas privadas.

Além da imunização pela vacina, também é muito importante tomar alguns cuidados para proteger seu filho contra este vírus. A seguir elenco mais algumas dicas:

  • Evitar aglomerações e ambientes fechados.
  • Adotar hábitos saudáveis como: alimentação balanceada, ingestão de líquidos, dormir bem fortalecendo desta forma o sistema imunológico.
  • Manter brinquedos e objetos de uso comum limpos, lavados com água e sabão ou higienizados com álcool à 70%
  • Cobrir o nariz e a boca com lenço, ao tossir ou espirrar, e descartar o lenço no lixo após uso.
  • Lavar as mãos com água e sabão após tossir ou espirrar
  • Se possível, imunizar pais, responsáveis e cuidadores.

Acredito que a prevenção ainda é o melhor remédio! No caso de dúvidas sempre procure um médico.

Fontes: Protocolo de Tratamento de Influenzae 2017 – Ministério da Saúde

              Diretrizes para o tratamento da Influenzae – Sociedade Brasileira de Pediatria

Dra.Michelle Lacerda Águila (CRM AM 6774)

Especialização: Pneumologia Pediátrica

  • Médica Pneumologista Pediátrica CRM AM 6774. Formada pela Universidade Federal do Amazonas com Residência Médica em Pediatria pelo Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV-UFAM), RQE 4257. Pós-Graduada em Pediatria Clínica pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ICr-USP), Residência Médica em Pneumologia Pediátrica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), RQE 4273.

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