Victoria amazonica

Foodtech destaca a importância da Amazônia para o Brasil e para o mundo

Mahta defende ações concretas sobre os meios de produção e trabalha pela regeneração da floresta

No próximo dia cinco é comemorado o Dia da Amazônia. Cada vez mais as pessoas têm se conscientizado sobre a importância da maior floresta tropical do mundo. Sua biodiversidade está associada diretamente com a vida no planeta. 

A Amazônia é uma região com oito milhões de km². O Brasil tem em seu território 60% dessa área, que abriga o maior reservatório de água doce do planeta, além da sua conhecida biodiversidade. O bioma também é conhecido por seus rios, que se formam com a alta umidade da região e que tem uma relação direta com as árvores locais. Algumas delas possuem raízes que alcançam mais de 30 metros de profundidade, com a finalidade de retirar a água do solo. Estima-se que cada árvore lance até 500 litros de água no ar ao dia — um total de 20 bilhões diariamente, somente na Amazônia.

A Amazônia também resguarda a maior diversidade de espécies e animais. Segundo a World Wildlife Fund (WWF), a floresta apresenta uma nova forma de vida todos os dias, seja animal ou vegetal. Já foram descobertas 216 espécies de plantas, 93 de peixes, 32 de anfíbios, 19 de répteis, uma ave e 18 mamíferos nos últimos seis anos. A região também abriga o maior volume de água do planeta, com uma vazão anual média de 176 milhões de litros por segundo.

Infelizmente, nos últimos anos, a Amazônia tem sido atacada por inúmeras atividades predatórias. São ações que envolvem o desmatamento, exploração madeireira, queimadas, fragmentação, mineração, tráfico de animais silvestres e a invasão de terras indígenas. Toda essa projeção de maus feitos coloca em risco a biodiversidade nas florestas amazônicas. 

Mas, o que todos esses números e informações tem a ver com uma empresa de alimentação recém criada. A Mahta, empresa de foodtech que tem em seus princípios básicos o modelo de agricultura regenerativa, trabalha diretamente para reverter esse quadro, com soluções que vão de encontro a questões vitais, como o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas para a conservação de todo meio ambiente.

A empresa criou um produto, o Nutrição Regenerativa da Floresta (NRF), alimento que agrega 15 superalimentos do bioma amazônico. Os ingredientes são fornecidos por comunidades tradicionais da Amazônia e de pequenos agricultores que operam no modelo SAFs (sistemas agroflorestais), como os da Associação dos Pequenos Agrossilvicultores e Cooperativa Agropecuária e Florestal do Projeto RECA, de Rondônia, e da Cooperativa dos Agricultores do Vale do Amanhecer (Coopavam), do norte de Mato Grosso, entre outros. 

“O nosso produto é fruto desse modelo regenerativo, que conserva e reabilita a abordagem de sistemas alimentícios e agrícolas. A agricultura regenerativa é o princípio que considera o cuidar do solo, para que o mesmo cuide das pessoas”, aponta Max Petrucci, sócio fundador da Mahta.

A regeneração da camada superficial do solo, aumento da biodiversidade, aprimoramento do ciclo das águas, melhoria de serviços ecossistêmicos, apoio à biofixação (captura e armazenamento de carbono atmosférico por processos biológicos) e o fortalecimento da vitalidade e saúde dos solos agrícolas são os principais focos de atuação deste modelo agrícola. 

Max Petrucci observa ainda que é necessária uma reflexão profunda e ações contundentes em prol desse bioma que deve ser protegido com mais rigor.  

“Não existe mais espaço para que os consumidores, indústrias e os demais setores da sociedade não se engajem nesse processo urgente de redução de impactos a esse bioma, imprescindível para a vida humana. A Mahta nasce com esse viés de mudar os meios de produção para modelos que beneficiem não só o consumidor, mas também os produtores e o nosso ecossistema. A Mahta trabalha no debate e em ações concretas em prol do produtor da ponta, que respeita os ciclos da natureza e com toda cadeia, que engloba o meio ambiente, a natureza social do processo e seu impacto no mundo”, aponta. 

Durante a semana de comemoração do Dia da Amazônia, Max Petrucci explica que “a Mahta tem como conceito gerar valor, reduzir impactos ambientais negativos e levar a inovação até o consumidor final, incluindo cadeias produtivas que englobam a população da região amazônica”.  A produção de cacau, cupuaçu, açaí, cumarú, bacuri e castanha do Pará são algumas das culturas impulsionadas pela Mahta, que defende de forma imperativa todos os modelos de proteção para todos os biomas da região amazônica. 

Sobre a Mahta:

A Mahta é uma empresa foodtech que utiliza como base de seus produtos ingredientes provenientes de comunidades tradicionais da Amazônia e de pequenos agricultores que operam no modelo de sistemas agroflorestais. A Mahta tem como conceito gerar valor, reduzir impactos ambientais negativos e levar a inovação até o consumidor final, incluindo cadeias produtivas que englobam a população da região amazônica. A Mahta tem o objetivo e a missão de não ser apenas sustentável, mas ser uma empresa engajada na reconstrução e regeneração do globo terrestre. A proposta da Mahta sempre foi constituir um alimento que estivesse focado no microbioma humano, no que ingerimos diariamente e no macrobioma, que é todo espaço socioambiental da Amazônia.

Informações para a imprensa: 

Visar Planejamento

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