Estética íntima x Sexualidade

Ponto G: Para algumas um tabu, para outras uma libertação! E pra você? Você já descobriu onde fica o seu ponto G? Sim, ele existe e pode fazer toda a diferença na hora do prazer. Foi-se o tempo em que tratar sobre esse assunto era algo proibido, hoje a mulheres tem total liberdade para explorar seu próprio corpo, modificar o que lhes desagradam e realizar procedimentos cirúrgicos de Estética íntima. E para falar sobre o tratamento revolucionário de rejuvenescimento íntimo, entrevistamos a especialista Dra. Andrea Souza, que vai revelar segredos sobre disfunções sexuais femininas e sobre o polêmico ponto G.

Ficar mais bonita e sentir-se bem! Não há nada melhor para dar aquele up na auto-estima e cuidar da sua beleza, saúde e bem-estar, comenta a especialista.

1) Quais as disfunções sexuais femininas mais comuns e como elas podem ser resolvidas?

Anorgasmia: É a dificuldade que a mulher apresenta em atingir o orgasmo. Geralmente causada pela falta de conhecimento do próprio corpo, por vergonha ou tabu. Pode ser situacional ou ocorrer frequentemente. Uma das formas de resolver o problema é a fisioterapia uroginecológica, em que musculatura vaginal será fortalecida a e a mulher poderá alcançar o orgasmo. O aumento do ponto G é um tratamento bastante procurado.

Dispareunia : É quando a mulher sente dores no momento da penetração, que podem ser ocasionadas por má lubrificação vaginal, fibroses ou cicatrizes. Através de aparelhos e cirurgias específicas para região vaginal e realização  a fisioterapia,  irá melhorar o quadro.

Vaginismo: Contração involuntária da musculatura vaginal, o que impossibilita a penetração. É possível resolver o problema através da psicologia,fisioterapia, que utiliza técnicas de relaxamento vaginal e Botox.

Diminuição da lubrificação: Pode ser ocasionada por baixa excitação ou por problemas hormonais e leva a diminuição do desejo sexual. Muitas mulheres sofrem desse problema e devem procurar auxílio de um ginecologista e conversar com o parceiro.

Baixo desejo sexual: Esse problema pode ter diversas causas e necessita de atendimento interdisciplinar para obter resultados. Para mulheres que sofrem desse mal é necessário um tratamento comportamental que irá auxiliar na intimidade do casal e a fisioterapia, que apresentará um efeito bastante satisfatório.

2) Quais os tratamentos mais procurados? 

São a Perineoplastia , Plástica pequenos e grandes lábios , redução capuz clitoriano, preenchimentos, peeling e aumento do ponto G.

3) Como ocorre a Incontinência Urinária Feminina? Tem solução?

Aproximadamente 25% das mulheres com até 60 anos já apresentaram sintomas de incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina ao serem realizados esforços básicos, como o riso, a tosse ou o espirro, por exemplo. Para que o problema não ocorra, é necessário realizar exercícios para o fortalecimento da musculatura durante toda a vida. Aparelhos para o fortalecimento da musculatura também poderão ser utilizados e a correção cirúrgica se for o caso.

4) Mas afinal Dra. Andrea o ponto G realmente existe? E como funciona a cirurgia de aumento dele?

Segundo o médico alemão Ernst Gräfenberg – o primeiro a estudar em 1950 as diferenças do tecido da vaginal – sim. O “G”, aliás, é uma homenagem ao sobrenome do médico, e tanto o ponto quanto o termo “ponto G” foram reconhecido na década de 80. Essa região é mais sensível e, quando estimulada durante a penetração, pode se expandir até atingir o tamanho de uma pequena moeda. O resultado é um intenso orgasmo. A técnica consiste com uma aplicação de anestesia a quatro centímetros da entrada do canal vaginal, na região superior (a região onde se encontra o tal ponto G), e, em seguida, é injetado o produto (cerca de 1cm3). A aplicação resulta em um leve aumento do local. De acordo com os defensores da técnica, ao inflar o ponto G, a excitação teria maiores chances de acontecer.

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CEGOA -CEMON

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