Animale aposta em leveza e transparência no segundo dia de desfile

O palco do espetáculo fashion deste ano está sendo o Bienal de São Paulo. Após alguns anos sendo realizado no Parque Cândido Portinari, o maior evento de moda da América Latina retornou ao local anterior. Dando prosseguimento aos tão esperados desfiles, desta vez foi a vez da famosa grife Animale. Seu deslumbre se deu no espaço Niemeyer, terceiro andar da bienal, área projetada pelo renomado arquiteto a qual recebeu uma iluminação divina em suas colunas para realçar ainda mais o ambiente.

O estilista Vitorino Campos, responsável pela criação dos designs da grife, desta vez apostou em transparências, fendas, cores contrastantes utilizando vestidos camisola, porém bem curtos e delicados, e explorando também formas geométricas e assimétricas. A inspiração de sua arte se deu na natureza como forma de expressão, com isso utilizou materiais 100% naturais, como seda, couro, tricot, renda francesa e lã. As camisas vieram bem mais soltas e com aberturas laterais, alusão as asas de insetos, um verdadeiro luxo.

Já as peças as quais utilizou muitas formas, o estilista diz ter se inspirado nas obras do arquiteto autodidata japonês, Tadao Ando.

As calças apareceram um pouco mais curtas, assim como no desfile de ontem. Quebrando um pouco da leveza de suas criações, o estilista utilizou casacos de lã por cima de alguns looks de renda transparente, inspirados no artista modernista estadunidense Robert Morris.

Os seios à mostra prosseguiram assim como no desfile de herchcovitch. Vitorino explorou as fendas e peças bastante transparentes, dando leveza as suas criações

Por fim, as camisas brancas vieram com tudo nessa tendência outono/inverno 2016, elas seguem como item queridinho desta estação, como demonstrou o artista no look que abriu o desfile. Confira as fotos:

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